As Redes da Ilusão

As Redes da Ilusão - Tan,Amy | Tagrny.org PDF, TXT, FB2. ePUB. MOBI. O livro foi escrito em 2021. Procure um livro em tagrny.org.

EM FORMAÇÃO

AUTOR
Tan,Amy
DIMENSÃO
4,23 MB
NOME DO ARQUIVO
As Redes da Ilusão.pdf
ISBN
6127449489120

DESCRIÇÃO

O novo romance da escritora sino-americana, Amy Tan, As redes da ilusão, enfoca, de modo tocante e sutil, a fragilidade das relações humanas a partir da enigmática tensão entre mãe e filha. Ao contrário de seu último livro, O oposto do destino, dessa vez a escritora investe na ficção, num diálogo permanente com a filosofia budista e suas particularidades em Mianmar, antiga Birmânia, no sudeste asiático. Amy Tan apresenta ao leitor a especialista em antiguidades Bibi Chen, na verdade um fantasma que não consegue se recordar das circunstâncias de sua morte, noticiada com sensacionalismo pela imprensa. O ponto de vista de um personagem tão surreal dá o toque mágico da narrativa. Plena de estilo e humor, Bibi se recorda das suas tragédias familiares: o pai que morrera de um ataque cardíaco, o irmão de cirrose alcoólica e o outro, vítima de um acidente, além da mãe, que também morrera antes que pudesse conhecê-la. A relação com a madrasta, ironicamente chamada de Doce Mãezinha, é tensa. No entanto, é esta mulher dura e racional que vai moldar o seu caráter, levando-a a esconder seus sentimentos. Antes de morrer, porém, Bibi combinara com um grupo de amigos norte-americanos uma viagem por Mianmar. A partir deste passeio que a especialista em antiguidades chamou de “Seguindo os passos de Buda”, as peripécias do romance se desenvolvem. Composto por 12 norte-americanos, o grupo parte para uma expedição que começa no Himalaia, China, e segue rumo ao sul pelas florestas da Birmânia. No grupo, uma galeria de personagens complexos e idiossincráticos se forma. Alguns deles se destacam: Vera, uma velha senhora que, desde os cinqüenta anos, decidira que suas roupas de dia a dia não deveriam ser menos confortáveis do que as que ela usava na cama; ou Wendy Brokhyser que, mesmo entre amigos, guardava um segredo – ele queria lutar pelos direitos dos birmaneses, pela democracia e pela liberdade. Ao seu lado, Wyatt Fletcher, seu amante há um mês, filho de empresários de Mayville, nos Estados Unidos. Ou ainda Harry Bailley, famoso adestrador de cães que, durante a viagem, tem fixação em sexo, procura avidamente uma parceira amorosa. A misteriosa morte da organizadora da excursão, e narradora invisível da história, provoca desarmonia entre os integrantes da expedição. Mesmo assim, eles decidem seguir adiante. Numa manhã de Natal, os viajantes saem do barco por um lago enevoado para um cruzeiro ao nascer do sol – e desaparecem. Com exceção de Harry, o primeiro a detectar a ausência do grupo, os turistas são dados como desaparecidos, o que gerará uma série de interpretações da imprensa e da sociedade americana, para o fato.

Sarcone está-se a espalhar rapidamente pelas redes sociais, principalmente no Twitter. Não podemos negar que as redes sociais revolucionaram o modo das pessoas se relacionarem nos últimos anos.Estar presente nestas redes virou sinônimo de existir para o mundo. Chegamos ao ponto de, se alguém se desentender, até mesmo por uma bobagem, com outra pessoa e a deletar das suas redes sociais, é como se a excluísse de sua vida, o que de fato acaba acontecendo. A ilusão das redes sociais Enviado por Ana Paula Rodrigues em ter, 12/11/2013 - 22:11 O narcisismo, a superficialidade e o distanciamento, entre outras características das relações virtuais, formam pessoas cada vez mais individualistas e egoístas Há uma fotografia a intrigar as redes sociais, desde que a imagem foi publicada, primeiro no Reddit e depois no Twitter, já foi partilhada milhares de vezes.

Além de entreter o público com momentos fora da realidade, de forma lúdica, interativa e divertida, o museu traz conhecimentos sobre ilusões visuais, mensagens subliminares e a relação entre tempo, espaço e consciência. Comecei a leitura de As redes da ilusão de Amy Tan [tradução de Ana Deiró] de maneira hesitante: um fantasma, como narrador, não me parecia interessante. Grande erro.

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