Felicidade Conjugal

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EM FORMAÇÃO

AUTOR
Ben Jelloun,Tahar
DIMENSÃO
11,26 MB
NOME DO ARQUIVO
Felicidade Conjugal.pdf
ISBN
8873395929753

DESCRIÇÃO

Sucesso de crítica e multipremiado por toda a Europa, Tahar Ben Jelloun retrata em Felicidade conjugal a história de um homem que resolve pintar seu último quadro: o de seu relacionamento. As cores são fortes, e, como toda obra de arte, sempre há mais de uma opinião sobre o mesmo assunto, a mesma vida, os mesmos atos. O protagonista, um pintor obrigado a se aposentar após sofrer um AVC, sofre com a certeza de que sua relação conjugal caótica foi a responsável por seu colapso. Diante disso, com o tempo ocioso e com medo de cair em depressão, ele decide escrever suas memórias, narrando o começo do relacionamento, a má relação com os sogros, o amor louco, a rotina e o ódio que se instalou. Um trabalho de autoanálise, que vai ajudá-lo a encontrar coragem para se libertar da relação destrutiva com a esposa. Ao descobrir, por acaso os escritos do marido, a esposa decide escrever sua versão dos fatos. Versões tão divergentes... Será fizeram parte da história do mesmo casal? As duas vozes discordantes de Felicidade conjugal colocam questões modernas a respeito do casamento, do compromisso, da fidelidade e até da influência dos sogros. “Tahar Ben Jelloun toca fundo em questões conjugais que vão muito além do óbvio.” (Le Monde)

Semejnoe sčastie) é um romance juvenil, escrito por Leon Tolstói em 1859 e publicada no diário Russkij vestnik.. Enredo.

Para não falar muito e despertar sua vontade de ler, eu diria que a novela é um mergulho existencial e sentimental na personagem ... Felicidade Conjugal conta a história de amor entre Mária Aleksândrovna e Sierguiéi Mikháilitch de, respectivamente, 17 e 37 anos. Aqui, gostaria de fazer uma observação: sim, sabemos que nos tempos atuais seria um relacionamento repugnante por questões óbvias - a garota é menor de idade e Mikháilitch já é um adulto. Publicada em 1859, quando o escritor tinha pouco mais de trinta anos, Felicidade conjugal é talvez a primeira obra-prima de Lev Tolstói e prenuncia um tema que terá importância fundamental na vida do autor russo - o tema do desejo, neste caso apreendido do ponto de vista feminino.

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