Manual De Solução De Conflitos

Manual De Solução De Conflitos - Sita,Mauricio Canuto,Allessandra Isoldi,Ana Luiza | Tagrny.org PDF, TXT, FB2. ePUB. MOBI. O livro foi escrito em 2021. Procure um livro em tagrny.org.

EM FORMAÇÃO

AUTOR
Sita,Mauricio Canuto,Allessandra Isoldi,Ana Luiza
DIMENSÃO
11,66 MB
NOME DO ARQUIVO
Manual De Solução De Conflitos.pdf
ISBN
3700840875273

DESCRIÇÃO

O estudo da responsabilidade civil exige a compreensão de um modelo jurídico legal da distribuição dos custos dos riscos da vida em sociedade. As situações que dão causa ao surgimento de danos indenizáveis, a quem deve ser imputado o dever de repará-los ? mediante indenização ou outras técnicas de reparação, assim como a determinação de sua extensão ?, definem-se a partir da lei, e conformam uma técnica jurídica.A especialização dos danos indenizáveis e das relações de onde resultam faz com que seja necessário entender não apenas os conceitos gerais da responsabilidade civil, mas também de que modo eles operam em situações específicas, como é o caso da reparação de danos ambientais e dos danos aos consumidores, por exemplo. Da mesma forma, situações cujas regras específicas devam ser compreendidas para a efetiva reparação dos danos, como a responsabilidade do Estado, do transportador, dos profissionais liberais, das instituições financeiras, a responsabilidade dos meios de comunicação e as que resultam das novas tecnologias (em especial, na internet) e do tratamento indevido de dados pessoais. Para tanto, exige-se um conhecimento coordenado dos conceitos legais, sua origem e tradição, associados à interpretação jurisprudencial e sua evolução diante dos desafios da realidade social.Vencedora do Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro como melhor obra jurídica, este livro se dedica ao estudo da responsabilidade civil com a mais sólida base doutrinária em direito brasileiro e comparado, assim como ao exame crítico da jurisprudência nacional. Revela-se um útil e seguro instrumento para o estudo da responsabilidade civil, aliando clareza e profundidade no exame dos temas objeto de análise.?

Brasília: Ministério da Justiça e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD, 2016. Miolo Manual de Mediacao MJ 4Ed 26.2.2013 Grafica.indd 28 05/03/13 22:24 29 A RESOLUÇÃO 125 E O NOVO ACESSO À JUSTIÇA Como registrado desde a primeira edição deste Manual, em ra- zão do foco em satisfação do público com serviços de pacificação social estabeleceu-se que "o acesso à Justiça não se confunde com acesso ao Judi- ciário, tendo em vista que não visa apenas a levar ... Experiências de conciliação, especialmente pela via judicial, começaram a de- monstrar que a parte é quem melhor compreende as opções para sua justiça, que o diálogo é necessário para a solução do conflito no processo e na vida, e que o interesse público não existe na denegação de direitos a cidadãos. Manual de MEDIAÇÃO E ... Num primeiro momento, a melhor forma de resolução de qualquer conflito é através de contacto/negociação direta entre o consumidor e o comerciante.Tratando-se de conflito de consumo, o consumidor deve contactar o profissional, de preferência através de meio que permita prova posterior (por exemplo, carta registada com aviso de receção ou e-mail com aviso de leitura), informando-o da ... Mas esse tipo de resolução alternativa de conflitos é o ideal para o seu caso? Para tirar essa dúvida, conheça as vantagens e desvantagens deste método de resolução de conflitos em nosso manual de instruções de uso de arbitragem.

Manual de mediação judicial. Brasília: Ministério da Justiça e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD, 2016. Miolo Manual de Mediacao MJ 4Ed 26.2.2013 Grafica.indd 28 05/03/13 22:24 29 A RESOLUÇÃO 125 E O NOVO ACESSO À JUSTIÇA Como registrado desde a primeira edição deste Manual, em ra- zão do foco em satisfação do público com serviços de pacificação social estabeleceu-se que "o acesso à Justiça não se confunde com acesso ao Judi- ciário, tendo em vista que não visa apenas a levar ... Experiências de conciliação, especialmente pela via judicial, começaram a de- monstrar que a parte é quem melhor compreende as opções para sua justiça, que o diálogo é necessário para a solução do conflito no processo e na vida, e que o interesse público não existe na denegação de direitos a cidadãos.

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